Empregado com carteira assinada
Trabalhadores urbanos ou rurais contratados por uma empresa.
O Auxílio‑Acidente pode ser analisado quando uma sequela reduz sua capacidade profissional, inclusive em situações de dor, perda de força ou limitação após o retorno ao trabalho.
Entender se posso ter direitoAtendimento presencial em Curitiba e online para todo o Brasil.
O benefício pode ser analisado para trabalhadores que estavam vinculados ao INSS na época do acidente e ficaram com uma sequela permanente que reduziu sua capacidade para o trabalho habitual.
Trabalhadores urbanos ou rurais contratados por uma empresa.
Para acidentes ocorridos a partir de junho de 2015.
Quem presta serviços a diferentes empresas por meio de sindicato ou órgão gestor.
Trabalhadores rurais que exercem suas atividades individualmente ou em regime de economia familiar.
O Auxílio‑Acidente é um benefício de natureza indenizatória, pago quando uma sequela permanente reduz a capacidade para o trabalho.
O benefício não impede que a pessoa continue exercendo sua atividade profissional.
A pessoa pode continuar apta para trabalhar, mas enfrentar limitações, dores ou maior dificuldade para realizar suas tarefas.
Não existe um número mínimo de contribuições, mas o vínculo com o INSS na época do acidente precisa ser verificado.
Acidentes de trânsito, domésticos, esportivos ou de outras naturezas também podem ser analisados.
Nem sempre a pessoa deixa de trabalhar depois de um acidente. Em muitos casos, ela continua sua rotina, mas passa a conviver com dores, limitações ou maior esforço para realizar as mesmas atividades.
Desconforto que aparece ou aumenta durante as atividades profissionais.
Dificuldade para carregar peso, segurar ferramentas ou movimentar objetos.
Redução da mobilidade nos braços, mãos, pernas, coluna ou outras partes do corpo.
Necessidade de mais tempo, pausas ou adaptações para realizar tarefas antes simples.
Alteração de atividade ou retirada de determinadas tarefas depois do acidente.
Limitações para digitar, levantar, abaixar, caminhar, dirigir ou repetir movimentos exigidos pela profissão.
Não é apenas o diagnóstico da lesão que precisa ser considerado. A análise deve compreender como a sequela interfere no trabalho que a pessoa exercia habitualmente.
Antes de realizar o pedido, é importante organizar o histórico do acidente, compreender as limitações existentes e verificar o vínculo previdenciário.
Informe quando ocorreu o acidente, qual atividade exercia, quais sequelas permaneceram e se já houve algum pedido no INSS.
São verificados o vínculo previdenciário, os documentos médicos, a atividade profissional e os impactos da sequela no trabalho.
Após a análise, são explicados os caminhos que podem ser considerados. Quando o pedido é apresentado ao INSS, a pessoa pode ser chamada para realizar uma perícia médica.
Não é necessário possuir todos os documentos para realizar o primeiro contato. Porém, algumas informações ajudam a compreender melhor o acidente, a sequela e seus impactos.
Falar pelo WhatsAppO INSS solicita documentos de identificação e elementos médicos capazes de demonstrar a redução permanente da capacidade para o trabalho.
Uma negativa não deve ser analisada apenas pelo resultado final. É importante verificar o motivo apresentado pelo INSS, os documentos enviados, o resultado da perícia e se as limitações foram demonstradas de forma adequada. Depois dessa análise, é possível compreender quais caminhos podem ser considerados no caso.
Enviar informações para análiseAs consequências de um acidente não terminam necessariamente com a alta médica ou com o retorno ao trabalho.
Cada pessoa possui uma atividade profissional, um histórico previdenciário e limitações diferentes. Por isso, a análise precisa considerar os documentos, as datas e a realidade vivida depois do acidente.
A Dra. Karine Trevisan realiza atendimento jurídico presencial em Curitiba e online para todo o Brasil, com análise individual e orientação clara sobre os caminhos que podem ser avaliados.
Explique o que aconteceu e envie as informações iniciais disponíveis.
Cada situação é avaliada conforme o vínculo, os documentos, as datas e as limitações existentes.
Após a análise, você entende quais próximos passos podem ser considerados.
Sim. O Auxílio‑Acidente possui natureza indenizatória e não impede que a pessoa continue trabalhando.
Não. O benefício está relacionado à redução permanente da capacidade para o trabalho habitual, e não necessariamente à incapacidade total.
Não. Acidentes de qualquer natureza podem ser considerados, desde que os demais requisitos estejam presentes.
Não há carência mínima. Porém, é necessário verificar o vínculo e a categoria do segurado na época do acidente.
Não. A sequela precisa ser permanente e provocar uma redução da capacidade para o trabalho exercido habitualmente.
O histórico previdenciário deve ser analisado de forma individual. A ausência de um benefício anterior não deve ser avaliada isoladamente.
Laudos, relatórios, exames, documentos profissionais e a perícia médica podem ajudar a demonstrar as limitações existentes.
O motivo da negativa, os documentos apresentados e o resultado da perícia podem ser analisados antes da definição dos próximos passos.
Envie pelo WhatsApp informações sobre o acidente, a atividade que você exercia e as limitações que permaneceram. Esses dados ajudam a realizar uma análise inicial mais clara e individualizada.
Falar pelo WhatsApp O enquadramento depende dos documentos e das circunstâncias de cada caso.